IDADE MODERNA

4 05 2008

A Expansão Marítima

A expansão ultramarina Européia deu início ao processo da Revolução Comercial, que caracterizou os séculos XV, XVI e XVII. Através das Grandes Navegações, pela primeira vez na história, o mundo seria totalmente interligado. Somente então é possível falar-se em uma história em escala mundial. A Revolução Comercial, graças a acumulação primitiva de Capital que propiciou, preparou o começo da Revolução Industrial a partir da segunda metade do século XVIII. Apenas os Estados efetivamente centralizados tinham condições de levar adiante tal empreendimento, dada a necessidade de um grande investimento e principalmente de uma figura que atuasse como coordenador – no caso, o Rei. Além de formar um acúmulo prévio de capitais, pela cobrança direta de impostos, o rei disciplinava os investimentos da burguesia, canalizando-os para esse grande empreendimento de caráter estatal, ou seja, do Estado, que se tornou um instrumento de riqueza e poder para as monarquias absolutas.
FATORES QUE PROVOCARAM A EXPANSÃO – Centralização Política: Estado Centralizado reuniu riquezas para financiar a navegação; – O Renascimento: Permitiu o surgimento de novas idéias e uma evolução técnica; – Objetivo da Elite da Europa Ocidental em romper o monopólio Árabe-Italiano sobre as mercadorias orientais; – A busca de terras e novas minas (ouro e prata) com o objetivo de superar a crise do século XIV; – Expandir a fé;
OBJETIVOS DA EXPANSÃO – Metais; – Mercados; – Especiarias (Noz Moscada, Cravo…) – Terras; – Fiéis;
PIONEIRISMO PORTUGUÊS – Precoce centralização Política; – Domínio das Técnicas de Navegação (Escola de Sagres) * – Participação da Rota de Comércio que ligava o mediterrâneo ao norte da Europa; – Capital (financiamento de Flandres); – Posição Geográfica Favorável;
ESCOLA DE SAGRES – Centro de Estudos Náuticos, fundado pelo infante Dom Henrique, o qual manteve até a sua morte, em 1460, o monopólio régio do ultramar. O “Príncipe perfeito” Dom João II (1481-1495) continuou o aperfeiçoamento dos estudos náuticos com o auxílio da sua provável Junta de Cartógrafos, que teria elaborado em detalhe o plano de pesquisa do caminho marítimo para as índias.

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