MAIO NA HISTÓRIA

23 05 2009

invasao_holandesa
TEM HOLANDÊS NA BAHIA

“Não se ouviam por entre as matas senão os gemidos lastimosos das mulheres que iam fugindo; as crianças choravam pelas mães, e elas pelos maridos, e todos, segundo a fortuna de cada um, lamentavam sua sorte miserável” – Padre Antonio Vieira
O breve relato do ainda noviço, Pe Vieira, nos dá uma noção do impacto causado pela invasão holandesa na cidade de Salvador, em 2 de maio de 1624, que chegaram com 26 navios, comandados pelo almirante Jacob Willekens.
Para saber mais sobre os reais interesses que cercaram a invasão e a posterior presença holandesa no Nordeste do Brasil, clique aqui.

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GUERRA CONTRA O PARAGUAI

No dia 1º de maio de 1865, reunidos em Buenos Aires, os representantes da Argentina, Brasil e Uruguai, assinam o Tratado da Tríplice Aliança, com o intuito de combater e derrotar o Presidente Paraguaio Solano López.

Saiba mais sobre este episódio, os interesses envolvidos, e que marca até os dias de hoje as relações entre Brasil e Paraguai. Clique aqui.

SÍMON BÓLIVAR, O LIBERTADOR (CLIQUE AQUI)

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15 07 2009
Gregório

TEM HOLANDÊS NA BAHIA

Prezado CRISTIANO CATARIN

Sua análise não deixa de ser interessante, pois nos mostra alguns detalhes que normalmente têm ficado ausentes nos textos acadêmicos dos livros de história. Entretanto, sua análise se mostra retrógrada ou fora do contexto das opiniões e reflexões mais atualizadas, em alguns parágrafos. Por exemplo, este:

“As terras brasílicas já conviveram com batalhas francesas, holandesas, enfim, com todos que aproveitavam-se de maneira ilegal das terras dos portugueses, que queriam manter o processo de colonização em desenvolvimento. Afinal, esta era uma alternativa que a Coroa portuguesa apostou com todas as suas forças para manter-se no cenário como nação a partir do século XVI.”

Você considera “terras brasílicas” como sento propriedade de Portugal, sem considerar uma verdade que ninguém pode contestar: quem sofreu todas as invasões foram os povos autóctones, os denominados “índios”, pelos primeiros invasores (Portugal e Espanha).
O que se viu depois foram disputas, pirataria e tentativas de colonização empreendidas pelas várias levas de invasores europeus.
Penso que se faz necessário pensar , em termos humanísticos ou civilizados, sobre os códigos de leis confiáveis ou acordos internacionais daquele tempo, que autorizava ou justificava posses ou invasões. Os próprios europeus faziam tais questionamentos quando pensavam em suas ambições. Alguém poderia falar no Pacto Colonial e no Tratado de Tordesilhas, esse que de tão absurdo e subjetivo, nem Portugal o respeitou.
Dizer que os portugueses queriam manter o processo de colonização em desenvolvimento chega a ser incompreensível ou irônico, visto que eles praticavam apenas escravização e extrativismo. Só como conseqüência da pressão sofrida por eles, essa promovida pela cobiça e concorrência com seus vizinhos europeus, tiveram a iniciativa de iniciar o processo de colonização das terras de “Santa Cruz”. O Brasil, como sabemos, só pode experimentar o que se pode chamar de desenvolvimento, tardiamente, no século XIX. E só como conseqüências das atitudes de Napoleão Bonaparte; nada foi planejado.

Agora vai uma opinião minha: infelizmente, não continuamos a ser colonizados por holandeses. Se tal processo tivesse continuado, provavelmente, o Brasil de hoje seria um país desenvolvido, ou, pelo menos, mais que emergente.

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