Graduação / Turismólogo


Considerando os ataques vergonhosos contra nossas universidades públicas federais, centros de excelência, reforçamos aqui a importância dos estudos em curso superior para avançar na área do turismo. Um dos setores de maior empregabilidade no mundo, sofre menos impactos das novas tecnologias e que carece de mão de obra qualificada para atuar em diversas áreas.

Sobre o curso de Turismo

O curso de Turismo forma profissionais capazes de planejar, organizar, promover e divulgar viagens, eventos e atividades de lazer e negócios. O profissional deve possuir visão globalizada e sensibilizada para os aspectos econômicos, sociais, culturais, ambientais e políticos.

Ao final do curso, o aluno se qualifica a elaborar roteiros, acompanhar turistas, organizar feiras, congressos e exposições além de gerenciar pessoas e administrar o negócio. Também se capacita a analisar e propor processos que permitam o desenvolvimento responsável da atividade.

A aprendizagem é multidisciplinar, e envolve, além do Turismo, Economia, Administração, Cultura, Artes, História, Geografia, Meio Ambiente e Gastronomia.

No mercado de trabalho o bacharel em Turismo pode atuar em hotéis, empresas de eventos e empreendimentos de lazer ou em prefeituras e órgãos públicos. O turismólogo trabalha em agências de turismo, setores de restauração, parques, nos transportes e em outros segmentos estratégicos.

O desenvolvimento científico e tecnológico faz com que surjam segmentações de público e novas possibilidades de expansão, tanto do Turismo quanto de profissionais qualificados da área.

Fonte: Quero Bolsa

Universidade Pública / Quanto contribui para o desenvolvimento do Brasil


Neste momento delicado de tantos ataques às Universidades Públicas do Brasil, com intuito claro de privatizar o ensino, deixando os mais pobres de fora do curso superior. É urgente divulgar artigos científicos que comprovem a eficácia dessas instituições e seu compromisso histórico com o desenvolvimento do nosso país. O Mania de História chega neste momento para dar a sua contribuição e reforçar as manifestações que tomam conta da nação em defesa dos nossos centros acadêmicos, difundido essas opiniões e artigos científicos.

As universidades públicas são as grandes responsáveis pela produção científica brasileira. Foi isso o que apontou um relatório da organização Clarivate Analytics, disponibilizado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e que trata sobre pesquisas científicas realizadas no país entre 2011 e 2016. 

Das 20 instituições brasileiras com as maiores produções, 15 são universidades federais e cinco estaduais. A UFV aparece na lista apresentada no documento (confira quadro ao lado). “A predominância absoluta das universidades públicas na produção de Ciência e Tecnologia (C&T) no Brasil deveria implicar maior investimento no setor e não o corte de orçamento, que é o que vêm fazendo os últimos governos. É também um dos fatores ligados ao custo das instituições públicas, que procuram manter o tripé ensino, pesquisa e extensão.

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Brasil / Racismo


Quando se trata de abordar o tema é fundamental ter acesso a fontes confiáveis. Abaixo segue um artigo muito interessante e revelador sobre esta prática desumana e histórica em nosso país.

Associado às raças, às etnias ou às características físicas, o racismo é um tipo de preconceito que se revela em diferentes aspectos – Foto: Unicef

Problema profundo, que não se limita ao preconceito com a cor da pele, o racismo se revela em diversas aspectos, com diferentes conceitos que podem vir associados às raças, às etnias ou às características físicas. A semelhança, no entanto, está na dor de quem já sofreu na pele algum tipo de discriminação. No Brasil, o preconceito e discriminação contra negros é o mais evidente.

“A sociedade brasileira foi formada sobre pilares de superioridade racial. Foram mais de 300 anos de escravidão. Esse tipo de preconceito assinala que algumas raças ou etnias são superiores às outras, seja pela cor da pele, pensamentos, crenças, classe social, inteligência ou cultura”, explica a advogada Mônica Matos, especialista em direitos humanos e secretária-adjunta da Comissão de Igualdade Racial da OAB-DF.

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