O Imperio Bizantino

13 02 2009

Por Rainer Sousabizancio
Entendida como um dos sinais de crise do Antigo Império Romano, a criação do Império Romano do Oriente ou Império Bizantino, em 330, não só foi resultado do desgaste das estruturas sócio-políticas do Império Romano, mas também assinalou as diferenças entre suas partes Ocidental e Oriental.

O Império Bizantino foi historicamente influenciado pelos valores da cultura helenística, criada pelo imperador Alexandre, O Grande. Além disso, essa maior influência das tradições gregas e orientais também pode ser compreendida enquanto um desdobramento da tradição comercial da própria economia bizantina. Com sua capital em Constantinopla (atual Istambul), o Império Bizantino conseguiu se firmar durante toda a Idade Média,mas foi tomado, em 1453, pelos turco-otomanos.

O sistema político bizantino era monárquico. O rei, além de responder as questões de cunho político, também tratava dos assuntos religiosos e militares. Mesmo concentrando muito poder em mãos, os reis ainda contavam com o auxílio de um amplo corpo de funcionários responsáveis pelos aspectos burocráticos do poder imperial. O mais notável imperador do Império Bizantino foi Justiniano, que entre os anos de 527 e 565 realizou conquistas territoriais e reformou alguns pontos da estrutura jurídica de seu governo.

No governo de Justiniano, o Império ampliou as suas fronteiras chegando a tomar controle sob a cidade de Roma. Visando reavivar os domínios do Antigo Império Romano, Justiniano ainda conquistou o Norte da África (533), o sul da Itália (536 – 539) e a Espanha (554). A nostalgia de Justiniano em relação ao Antigo Império Romano também se manifestou quando ele criou o Código Justiniano, um conjunto de leis inspirado no Direito Civil Romano. Além disso, Justiniano foi responsável pela construção da Catedral de Santa Sofia, um dos maiores centros de adoração cristã do império.

No aspecto religioso, podemos dar destaque sobre as feições que o cristianismo tomou em solo bizantino. Até o processo de centralização do poder papal, em 455, o rei do império também era considerado chefe supremo da Igreja. Essa submissão ao poder do Papa de Roma nunca foi aceita pelos clérigos bizantinos. Além disso, os cristãos bizantinos ainda divergiam em alguns pontos da doutrina romana. Entre outras heresias, a Igreja Bizantina rejeitava a adoração a imagens, liderando o chamado movimento iconoclasta. Esse movimento incentivava a destruição das imagens de santos e do Cristo. As tensões político-ideológicas entre Roma e Constantinopla acabariam por deflagrar o Cisma do Oriente (1054). O Cisma foi responsável por dividir a Igreja: de um lado a Igreja Católica, sediada em Roma; de outro a Igreja Ortodoxa, sediada em Constantinopla.
Entre os séculos VI e VIII os domínios do império foram tomados por constantes invasões promovidas tanto pelo lado ocidental quanto pelo oriental do território. Até o fim da Idade Média, durante os séculos X ao XV, outras pressões territoriais, incluindo o movimento das Cruzadas, e o renascimento comercial da Europa Ocidental foram responsáveis pelo enfraquecimento do Império Bizantino. Durante a expansão turco-otamana sob o território dos Bálcãs e da Ásia Menor, o império se viu reduzido à própria cidade de Constantinopla. Em 1453, os trucos conseguiram invadir a cidade, mudando o seu nome para Istambul.

LINKS RELACIONADOS:


ANÍBAL E SEU EXÉRCITO – O INFERNO DE ROMA (CLIQUE AQUI)

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16 responses

9 04 2009
Waldimiro de Souza

Povo Baiano precisa está unido afim de solicitar do Governo federal e estadual,as publicações de todos livros etc. do Patrono Brasileiro, Doutor,Professor, Investigador, Pesquisador Geógrafo Milton Almeda Santos,e aonde esteja em todas as escolas e Bibliotecas do País http;//onegronobrasil1980.blogspot.com

9 de Abril de 2009 08:15
O Negro No Brasil disse…
2. em 11 Março, 2009 às 3:18 pm Fernando Conceição
Prezada professora Maria Luiza Heine,
escreve Fernando Conceição, jornalista e professor da Faculdade de Comunicação da UFBA. Coordeno um grupo de pesquisa que está levantando dados sobre a vida e as idéias de Milton Santos. O resultado será a publicação da biografia autorizada dele, sob minha responsabilidade. Como ele residiu e foi professor em Ilhéus, pretendo ir a esse município agora em março de 2009 buscar dados e todo e qualquer tipo de informação sobre assunto, inclusive documentos e imagens.
Sei que a senhora poderia colaborar conosco nesse sentido. Dessa forma, gostaria de saber de sua disponibilidade em nos apoiar quando da presença de nossa equipe em Ilhéus. Gostaria de conversar com a senhora e mesmo realizar uma entrevista gravada em vídeo. Bem como com outras pessoas que, se ainda vivas, foram contemporâneas de Milton Santos, colegas dele no professorado, funcionários, amigos e mesmo adversários. .
Aguardo com ansiedade a sua resposta, bem como indicações de pessoas que poderiam complementar a nossa busca de informações sobre a presença de Milton Santos em Ilhéus. Há arquivos da escola, das aulas, sobre alunos dele etc?
Agradeço,
Fernando Conceição.

3. em 13 Março, 2009 às 1:27 pm mlheine
Waldimiro, agradeço sua participação, e concordo com o que diz.
Maria Luiza

4. em 21 Março, 2009 às 11:25 pm Waldimiro de Souza
Ola! Professor Fernando Conceição,
A universidade federal da Bahia, junto com a sua militância e sua amizade com o Doutor Milton Almeida Santos está resgatando a importância da referencia mundial da obra de Milton. No entanto os políticos não entenderam ainda, na sua grande maioria nem sabe da sua existência. Pela sua experiência de jornalista e acadêmico, será que podemos realizar um simpósio ou um seminário internacional no congresso nacional e que a Bahia faça as honras do seu filho mais importante. Fica a sugestão do blog onegronobrasil1980.blogspot.com

5. em 8 Abril, 2009 às 10:08 pm Waldimiro
Parabéns ao povo de Ilhéus, às escolas e universidades e, especialmente, a senhora Maria Luiza Heine juntamente com o Professor Fernando Conceição e a Universidade Federal da Bahia por resgatar toda a contribuição que Milton Santos deixou para a Bahia, o Brasil e a humanidade. Inciativas dessa sorte dá à juventude brasileira motivo de se tornar mulheres e homens com sua responsabildade de construir uma nova civilização.

6. em 9 Abril, 2009 às 12:17 am mlheine
Sr. Waldimiro,
Obrigada por sua participação em nosso blog.
Maria Luiza Heine

27 04 2009
Waldimiro de Souza

Dez estudantes e ex-alunos da Universidade de Brasília (UnB) fizeram uma manifestação contra o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, na tarde desta sexta-feira (24) Eles tentaram colocar um chapéu de ‘capanga’ na estátua em frente ao edifício, mas foram impedidos por seguranças. O protesto ocorreu apenas dois dias após Mendes e o ministro Joaquim Barbosa discutirem de forma áspera durante uma sessão. (Foto: Valter Campanato/ABr)

7 07 2009
jorge luiz lucas de paiva

Publicação do Jornal de Uberaba – 2701/2008.
Contribuição de Jorge Luiz Lucas de Paiva, Consultor especilista em elaboração de projetos – mestrando em educação e trabalho – UNB
Uberabense busca resgate da cultura negra

O empresário Sinfrônio José da Silva Júnior é presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil/Moçambique. Ele tem desenvolvido diversas negociações para que os empresários brasileiros possam investir no continente africano. O empresário pretende levar o nome de Uberaba através do agronegócio e os investimentos da cana-de-açúcar para a África. Aos 40 anos, Silva foi projetado pelo ex-prefeito e ex-deputado Wagner do Nascimento. Trabalhou na Secretaria de Assistência Social na gestão de WN e também foi assessor parlamentar dele, em Brasília (DF). Coincidentemente, ele estava em Brasília, no mês de setembro, na ocasião da morte do ex-prefeito, e veio a Uberaba trazer o companheiro para ser velado e enterrado na cidade.

JORNAL DE UBERABA – Há quanto tempo o senhor está à frente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil/Moçambique?
Sinfrônio José da Silva Júnior – Há um ano.

JU – Como é o processo de escolha para este cargo?
Sinfrônio – É feita uma eleição entre os empresários.

JU – De que forma Uberaba é beneficiada com sua presença nesta instituição?
Sinfrônio – Eu trouxe a sede da Câmara para Uberaba. Antes, era em São Paulo.

JU – Em que negociações o senhor comandou para favorecer esta integração entre a África e o Brasil? Como é feito esse trabalho?
Sinfrônio – Várias negociações. Trabalho para implantar usinas de etanol na África, venda de caminhões, máquinas agrícolas e estamos levando consultorias empresariais para os países africanos. Tudo é desenvolvido através de uma ação privada. A Câmara é uma instituição exclusiva para defender os interesses dos empresários brasileiros no continente africano. Nós temos a Vale, que está fazendo o maior inves-timento em Moçambique. São US$ 3 bilhões. Nós sempre participamos através de apoios. A Construtora Odebrecht está presente no continente.

JU – Existe algum projeto que você pretende desenvolver em favor da África?
Sinfrônio – Eu quero ajudar aquele povo a erradicar a pobreza naquele país.

JU – Qual a observação que tirou sobre a África com as viagens que fez pela Câmara de Comércio e Indústria?
Sinfrônio – É um continente em franco desenvolvimento, embora tenha muita pobreza. Resumindo, está tudo para fazer e falta um empenho maior dos países desenvolvidos para auxiliar o crescimento da África. É preciso fazer o desenvolvimento tecnológico. Só desta forma o continente africano vai se desenvolver.

JU – E a relação cultural entre os dois países? O senhor tem trabalhado esta troca de valores?
Sinfrônio – Há o sentimento de raça dos africanos e dos africanos diásporas – que são aqueles que estão fora do continente. Todo negro é africano. Todos sabem da luta dos africanos no Brasil e nós reconhecemos a luta dos negros naquele continente. A luta de liberdade dos negros no Brasil foi em 1888, enquanto a liberdade na África começou nos anos 60 e só ocorreu em 1975. Agora que a África está formando governo e nação.

JU – No Brasil, a maior parte da população tem a miscigenação de todas as raças. Entretanto, o negro ainda sofre com o racismo. O senhor acha que este preconceito pode ser revertido no país?
Sinfrônio – Só há uma solução: através dos políticos. Deve ter um avanço educacional. Não é só formação superior. É preciso fazer uma política voltada para a profissionalização. Assim, as pessoas podem ser absorvidas pelo mercado. O Brasil precisa ter técnicos nas áreas operacionais e técnicas. O país precisa produzir. É claro que temos necessidade de ter bons profissionais nas áreas de direito e medicina, mas é preciso investir nas áreas tecnológicas. É o mesmo problema na África. O continente manda todos os seus quadros para a Europa e Estados Unidos para fazerem faculdades, mas é necessário formarem a população para as áreas de tecnologia. As leis contra o racismo no Brasil são as mais rígidas, porém, é preciso criar mecanismos para serem bem aplicadas. Eu acredito que o maior preconceito é contra o ser humano.

JU – O senhor é a favor da cota para negros nas universidades brasileiras?
Sinfrônio – Sim. É um reconhecimento da dívida que o governo brasileiro tem para com os negros. Sou a favor.

JU – O ex-prefeito Wagner do Nascimento foi um homem que sempre lutou pela valorização do negro na sociedade; o senhor concorda?
Sinfrônio – A primeira vez que Uberaba foi conhecida pelos africanos foi no governo dele. Só estudantes de Gana, vieram mais de 20 para Uberaba. Eu sempre trabalhei com ele nesta proposta de valorizar a raça. Wagner do Nascimento, como deputado, criou ainda o consulado de Senegal e foi uma ação em que eu também tive participação direta.

JU – É sua pretensão retomar esta luta em favor da raça negra em Uberaba?
Sinfrônio – Nós queremos transformar Uberaba na cidade mais conhecida no Senegal. Nós estamos retomando este projeto.

JU – O que o senhor acha que Uberaba perdeu com a morte repentina de Wagner do Nascimento?
Sinfrônio – A cidade perdeu muito. Os negros tiveram um ponto positivo e um negativo na história de Uberaba. O positivo foi tê-lo como prefeito. Todos nós esperávamos que Wagner do Nascimento chegasse a ser novamente o prefeito de Uberaba, para dar continuidade aos projetos da comunidade negra.

JU – A viúva dele, Isabel do Nascimento, declarou nesta semana ao JORNAL DE UBERABA a intenção de ser candidata a prefeita para dar continuidade aos projetos do marido. O senhor acredita que a comunidade negra possa aceitá-la como candidata em substituição a Wagner do Nascimento, havendo até uma transferência de votos?
Sinfrônio – É uma análise que eu ainda não fiz. Ele foi a maior liderança política da raça negra no país. Ele tinha carisma e prestígio, características difíceis de transferir no voto. Mas existe o sentimento de perda de muitas pessoas da comunidade negra que pode resultar na transferência de votos para ela.

JU – Como está a situação do conselho representativo da comunidade negra em Uberaba?
Sinfrônio – Houve a eleição na nova diretoria em que eu apoiei o candidato eleito, Evaldo Alves Cardoso, o Saruca, que obteve a maioria dos votos. Nós vencemos o pleito de outras duas facções grandes que representam a raça em Uberaba. Isto credenciou um grupo forte da comunidade negra na entidade. Porém, nós nos unimos para lutar em prol da raça negra. Agora, o conselho está mudando um pouco o foco dos objetivos para se reestruturar.

JU – Os políticos reconhecem o conselho e desenvolvem projetos voltados para a raça?
Sinfrônio – O deputado Paulo Piau fez uma emenda parlamentar de R$ 200 mil e o presidente da Câmara Municipal, Lourival dos Santos, fez outra emenda de R$ 50 mil. A intenção é construir a nova sede da entidade. A Prefeitura Municipal vai doar o terreno, no conjunto Elza Amuí. Nós vamos tentar construir uma sede equipada com auditório, sala de aula para montarmos uma escola da história da África. Nós também queremos aproveitar o espaço para resgatarmos a língua africana. Recentemente, o último que falava africano faleceu, o Zinego. Para mim, é muito importante para a relação cultural da raça. Hoje, alguns falam pouco a língua.

JU – E quanto ao Centro Nacional de Cidadania Negra (Ceneg)?
Sinfrônio – Sei que foi construído para desenvolver cursos profissionalizantes, mas não sei como anda este projeto. Sei que a idéia foi do doutor Odo Adão, para criar um centro de valorização da raça negra. Ele estava ali imbuído de muita responsabilidade com este espaço, porém, nunca fiz parte da diretoria e não tenho conhecimento dos trabalhos feitos lá.

JU – Hoje existe a valorização da raça em Uberaba?
Sinfrônio – Existem alguns segmentos da sociedade, principalmente da área empresarial, que valorizam a raça negra. Por outro lado, eu vejo um descaso grande porque a raça poderia ter uma valorização maior no que tange aos projetos da comunidade. É difícil as instituições da República nos níveis municipais, estaduais e federal desenvolverem ações para a raça. Acredito que as parcerias públicas e privadas poderiam ser melhores. Eu adianto que estamos levando para a África cerca de 20 negros. Todos anciãos. Os convites estão sendo feitos pelo presidente do conselho. O doutor Odo Adão será convidado para fazer parte da delegação. A intenção é realizar resgate cultural. Nós vamos voltar à terra mãe para conhecer nossa história.

JU – Qual a opinião do senhor sobre o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva?
Sinfrônio – Particularmente, eu acredito que foi o governo que mais valorizou a raça negra no país. Não tenho partido político e nem quero exercer cargo público. A política não está resultando em benefício para o povo. Só fazem em benefício próprio e não para a coletividade. É preciso que haja mudança.

JU – E o que o senhor acha da administração do prefeito Anderson Adauto?
Sinfrônio – (longa pausa) Não tenho acompanhado de perto. Pelo menos ele está colocando em prática um dos projetos que o doutor Wagner tinha, que é o de construir as entradas da cidade.

Daniela Brito

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12 11 2009
Guilherme

OF. N.142/2009/CDDN-DF
A Exceletissima Senhora
Deputada Lidíce da Mata
Câmara dos deputados
Anexo IV Gabinete 913
&0160900-Brasília-DF.
Brasília, 09 de novembro de 2009
Senhora Deputada,

Este é para parabenizar Vossa Excelécia pela brilhante iniciativa de apresentar proposição á Comssião da Educação e Cultura da Câmara dos Deputados requestando a realizaçõ do seminário “Análise da obra do geógrafo,professor e cientista Milton Santos”
À oportunidade, declinamos votos de estima e consideração.
Atenciosamente,
Júlio Romario da Silva Presidente do CDDN-DF

18 11 2009
Guilherme D'Avila

A Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados venho, como brasileiro e eleitor, congratulá-los pelo excelente trabalho desenvolvido em prol do povo brasileiro, especificamente quanto ao Seminário a respeito da obra do ilustre Professor e Cientista Milton Santos. É de relevante importância o desenvolvimento deste trabalho, com a participação de inúmeros expoentes da classe educacional, os quais conhecem, praticam e entendem as idéias desenvolvidas pelo egrégio Geólogo, sintetizado pela Epistemiologia Território e Territoriedade. Desta forma, este seminário tão a propósito de nossos novos tempos, vem trazer com o apoio desta Casa Legisladora, o legado de nosso grande ícone educacional O Laboratório de Geoformologia e Estudos Regionais, o qual sendo praticado inicialmente por Vossas Excelências neste século, virá muito contribuir para o engrandecimento do nosso povo e estimulará a revisão dos ultrapassados conceitos praticados até o momento. O povo brasileiro agradecerá esta atitude, nas próximas eleições, ao votarem em todos quantos se tornarem discípulos e edificadores da obra deste grande mestre, atingindo o seu ápice na construção de um novo e melhor Brasil, assim como também para todo o mundo.
Guilherme D’Avila

23 11 2009
Guilherme D'Avila

ERRATA – Venho através desta errata consertar os dois erros no meu comentário anterior, onde esta escrito epistemiologia retira-se o “i” e leia-se epstemiologia; onde esta escrito territoriedade retira-se o “e” acrescentando “ali” e leia-se territorialidade. Peço desculpas pela minha pressa em digitar o referido comentário, mas a mesma justifica-se pelo incomparável valor da obra do ilustre Professor Milton Santos. Obrigado, Guilherme.

1 12 2009
waldimiro de souza

Aviso de cancelamento

O Excelentíssimo Senhor Michel Temer, Presidente da Câmara dos Deputados, perdeu a oportunidade de liberar o plenário que, simboliza a representação do poder legislativo, berço da democracia que atuou e atua com dignidade nas decisões em horas capitais da história brasileira, para a promoção do Evento denominado: Seminário Milton Santos – Vida e Obra, programado para 01/12/2009 às 14:30h. Professor e Cientista reconhecido por meio do voto, diga-se, das duas casas do congresso como patrono brasileiro. Evento que engrandeceria o poder civil e daria maior significado à ação parlamentar, não só para o Brasil, assim como uma proposta de releitura das ações políticas para a humanidade, pela causa estampada em sua obra reconhecida e premiada internacionalmente, pedimos o apoio da humanidade.

BLOG: onegronobrasil1980.blogspot.com

Reproduzimos o documento cancelamento abaixo:

Sr. Waldimiro,

Segue para seu conhecimento, e-mail da Comissão de Educação informando o CANCELAMENTO do Seminário Milton Santos.

Assessoria da Deputada Lídice da Mata

De: Comissão de Educação e Cultura/PROPOSIÇÃO
Enviada em: segunda-feira, 30 de novembro de 2009 11:25
Para: Comissão de Educação e Cultura/PROPOSIÇÃO
Cc: Anamélia Ribeiro C. de Araújo
Assunto: Cancelamento do Seminário Milton Santos – Vida e Obra
Prioridade: Alta

Of. CEC/Sec. nº 232/09_Circular

Brasília, 30 de novembro de 2009.

Senhor(a) Deputado(a),

De ordem da Senhora Presidente desta Comissão, Deputada Maria do Rosário, comunicamos a Vossa Excelência o cancelamento do Seminário Milton Santos – Vida e Obra, que estava previsto para esta terça-feira, 1º/12/09, às 14h30, no Plenário 10, Anexo II;

Atenciosamente,

Secretária ANAMÉLIA RIBEIRO CORREIA DE ARAÚJO

21 04 2010
colonio

isso e um absurdo nao pode transar

21 04 2010
colonio

sexo e bom

1 05 2010
Izabel

Seminário

“Milton Santos” – Vida e Obra

Data: 04/05/2010 –

Horário: 14h30

Local: Plenário 10 – Anexo II

CÂMARA DOS DEPUTADOS – DF
http://www.camara.gov.br/internet/ordemdodia/ordemDetalheReuniaoCom.asp?codReuniao=23659

6 08 2010
Fátima

Maria de Fátima Alves Souza, nascida em Belo Horizonte-MG, dona de casa, empresária que tem duas filhas diretoras executivas.
Creio que a base da civilização é a família, todavia a história brasileira não deu atenção a população mais pobre.Quero relatar a contribuição que legou a família brasileira pela senadora Laélia Alcântara, baiana, médica e primeira senadora negra da história do Brasil, teve dificuldade para ser aceita para exercer a profissão de médica na Bahia, tendo que imigrar-se para o Estado do Acre, no qual dedicou-se 60 anos às famílias pobres da região amazônica do Acre, esta foi uma pessoa queridíssima pela aquela população,onde mais tarde assumiu o mandato do senador Adalberto Sena, que também era médico, o qual havia falecido.
A história Baiana é rica de valores,cito:André Rebouças, engenheiro, Milton Santos, geográfo e professor cientista, Elesbão, deputado no estado de Roraima e médico,também incluo nessa situação o deputado Adalberto Camargo de São Paulo, onde criou a primeira câmara de comércio entre Brasil e países africanos,esses são os negros, que de alguma maneira enriqueceram a política brasileira como tantos outros, e que não foram valorizados como deviam.E quero aqui dar os parabéns a deputada Lídice da Mata por ter requerido e realizado na comissão de educação e cultura na câmara dos deputados o seminário “vida e obra Milton Santos”.

6 08 2010
Hannely

Ao Congresso Brasileiro, Câmara e Senado,o Executivo e Judiciário, é uma contribuição de uma jovem estudante que terminou o 2° no Notre Dame. Com conhecimento na revista “Coleção Caros Amigos-fascículo 3,é que reproduzirei a parte: “O povo na ciência e a ciência para o povo.”
A ciência é feita de ideias – essencial pesquisar e estudar – mas só isso não basta. Essa lição,ensinada pelo alemão Albert Einstein,serve de critério para distiguir os cientistas de primeira grandeza em qualquer época e é capaz de explicar o brilho incomum dos nomes que você vai conhecer nesta edição de Grandes Cientistas do Brasil.
O primeiro, considerado o mais destacado intelectual negro do Brasil, mudou a Geografia com uma ideia tão simples que surpreende: a Geografia não é apenas o estudo de mapas e gráficos, rios e montanhas. A Geografia, é feita essencialmente de gente. Dessa maneira, construiu uma noção de espaço goegráfico que, enquanto sinônimo de território usado, não é apenas físico, mas uma instância social. O baiano Milton Santos revolucionou dessa forma essa ciência, até então descritiva.
“Desse menino, a noção de movimento me impressionava, ver as pessoas se movendo, as mercadorias se movendo”, conta Santos, dando uma pista sobre a origem de sua ideia genial. Sob o olhar da nova Geografia, explica Santos, “nada escapa” e o território passa a ser um lugar “privilegiado para interpretar o país”.
De forma distinta,o país também aparece como protagonista no trabalho do segundo grande cientista deste fascículo. Crodowaldo Pavan foi uma fonte inesgotável de ideias úteis para toda a ciência brasileira. Na Genética, que ajudou a implantar no país, fez valer a ideia revolucionária de que os genes não eram tão simples quanto se pensava no seu tempo. Como se não bastasse, ajudou a inscrever o desenvolvimento científico na Constituição de 1988, foi um incansável defendor do investimento no progresso científico e tecnológico, e, acima de tudo, se dedicou pessoalmente a democratizar o conhecimento, estendendo-o ao maior número possível de cidadãos.
Parabenizo a revista e por isso,creio que esse seminário seria tão importante para enriquecer nossa cultura,que anda tão mal divulgada. Falar sobre Milton Santos,vida e obra,não é falar de uma pessoa qualquer. É mostrar o movimento da ideia do pensamento e das pessoas.
Como segundo comentário,com base na revista Fórum de 2007,direcionando para Michel Temer, Presidente da Câmara dos Deputados, Milton Santos faz uma declaração sobre o fato de ser negro.
“O fato de ser negro e a exclusão correspondente acabam por me conduzir à condição de pemanente vigíia”. Esse depoimento evidencia a sua consciência em relação à questão do preconceito e da discriminação que sofrem os negros no Brasil. Não participava de movimentos ligados à causa,uma questão de coerência com aquilo que ele dizia ser fundamental para um intelectual: a independência. “Não sou militante de coisa nenhuma. Essa ideia de intelectual, apreendida com Sartre, de uma independência total, distanciou-me de toda forma de militância”, declarou.
Descendente de escravos que foram emancipados antes da abolição da escravatura no país, Milton Santos enfrentou quando jovem diversas manifestações de rascismo. Desistiu de cursar Engenharia, entre outros motivos, quando o alertaram que havia resistência aos negros na Escola Politécnica. Em outra ocasião, foi convencido por colegas a não se candidatar ao cargo de presidente da Associação do Estudantes Secundários da Bahia. O argumento usado por eles foi de que, como negro, ele não teria acesso ao diálogo com as autoridades.
Mesmo assim, continuou sua trajetória no meio acadêmico e hoje,pela sua relevância como intelectual, tornou-se referência para o movimento negro. “Não porque ele militava, ele era um acadêmico, mas pelo debate que fazia sobre inclusão. E também por não esquecer suas origens, apesar de ter se consagrado como um dos mais importantes intelectuais do mundo”, aponta o geógrafo João Raimundo de Souza, a propósito de uma homenagem feita pela Universidade de Campinas (Unicamp) a Milton Santos.
A sua Obra é tão revolucionária que, mesmo depois de morto, ainda assusta muita gente, gerando um certo preconceito.
Queria convidar, como estudante, as revistas a divulgarem grandes gênios como Milton Santos e tantos outros.

27 08 2010
Jorge Luiz Lucas de Paiva

Mais uma vez tenho a oportunidade de subscrever ao Blog – Jorge luiz Lucas de Paiva, Consultor, formado pela AEUDF e com especialização na UNB. Grande façanha foi encabeçar e realizar o Seminário, Vida e Obra Milton Santos. Parabéns Lídice da Mata e ao Waldimiro de Souza nosso grande entusiasta ao sugerir tal proeza. O alcance nas comunidades escolares, principalmente, a que abriga a Escola Municipal Milton Santos, situada entre favelas, no bairro Valéria – Salvador – BA. Apesar de tal iniciativa – convocar as Instituições em todas as esferas para contribuir com a continuidade da proposta do seminário, visando a manutenção do laboratório de geoformologia e estudos regionais, realizado em 04/05/2010, organizado pela Presidencia da Câmara Federal na Comissão de Educação. A Coordenadora Pedagógica, Maria Lúcia Alves da Silva e Professora, Veleida Antunes expressaram a angústia da população negra do Brasil, que vê nas propostas reafirmadas no Congresso Nacional do Brasil a forma de enfrentamento às elites conservadoras que insistem em manter o negro marginal, sem atender os apelos de arreganhos dessa população, tornando-a marginal. “Marginal” que para Milton, em sua obras Pobreza Humana – significa o pensamento intelectuais formadores de opinião, conservadores, comprometido com as elites, para continuar a escravidão na América Latina. Dessa forma, estamos juntos!!!!!!!!!!!!!!!

3 03 2011
lala

eu odiei esse site

11 03 2011
Dep. Domingos Dutra

Dep. Domingos Dutra disse…

Deputado Domingos Dutra vai denunciar o governo do Maranhão na OEA
O Deputado Domigos Dutra anunciou que encaminhará uma denúncia à Comissão de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre a gravidade da situação carcerária no Maranhão. Segundo o Deputado, em novembro do ano passado, 18 presos foram mortos e quatro decapitados. Agora, no começo de fevereiro, na cidade de Pinheiro, oito presos foram assassinados e quatro tiveram as cabeças separadas dos corpos.
Barbárie: Presos decapitados em Pinheiro – terra do Senador Sarney.

“É impossível que perdurem as execuções de presos no sistema penitenciário do Maranhão sem que haja uma providência, sem uma denúncia aos organismos internacionais. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) está encaminhando uma denúncia a Organização das Nações Unidas (ONU) e eu estou encaminhando uma denúncia à OEA”, enfatizou.
No ano passado, o Deputado Domingos Dutra esteve em Washington onde entregou o relatório da CPI do Sistema Carcerário à OEA – principalmente relativo ao Estado do Espírito Santo. “Muitas medidas foram tomadas naquele Estado a partir da intervenção dos organismos internacionais. Esperamos o mesmo para o Maranhão”, disse.

31 10 2011
##FamiliaNegrini##

meu esse site tem muito coisa chata e muita coisa legal tbm tchau

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